"Atirei o pau ao gato mas o gato não morreu!"Faço juízo desta música para substituir o seu início por: "fui antes à Clínica Veterinária saber quanto custa limpar o gato, antes de lhe dar com um pau nos cornos". Esta sim a versão contemporânea e realista de um felino no final das suas sete vidas.
Antes morriam um bocado à toa, agora morrem com data e hora marcada. Estou a imagina-lo de macacão laranja a caminhar para a marquesa. Dead cat walking.
Mas há gatos que lhes são diagnosticados cancro. Isto sim uma morte de jeito. Há gatos que nem sequer sabem morrer, dão-me vontade de estrear-lhes os sapatos na boca. A padecer, que seja coberto de embalagens de whiskas, com uma bola de pêlos entalada na boca, estendido ao comprido na sala a ver o programa da Fátima Lopes. Assim, morre-se com dignidade, na plena certeza que o seu dono quando o encontrar dirá:
"Olha! Agora já posso ter aquele sofá que tanto cria".
Ps - Há uns agora muito giros na Moviflor.
Nem sempre se pode ter uma morte digna... uma dona com sorte ou um "Leiteiro" que escreva duas linhas a nosso favor (do gato, entenda-se!). De qualquer forma... paz ao GATO! Ao menos tem a sorte de ter uma dona que lhe marca a hora da morte, ao contrário de muitos qu,e nem sabem a que horas a morte chega...
ResponderEliminartou cheio de sono! vou sonhar com o gato!